Canal Ralulec

Canal ralulec fala sobre jogos android e tutorial e dicas para seu aparelho android.

Jogos mais pesados para Android

Separamos a lista de jogos mais pesados para Android, essa lista vai mostrar se seu smartphone é super potente, essa lista contêm jogos pagos, estão não se sintam forçados a comprar .

Saiba tudo sobre o Android

Fique por dentro de tudo o que rola no android.

Saiba tudo sobre o Playstation 4

Fique por dentro do que roola no mundo do PS4.

Saiba tudo sobre o Xbox One

Fique por dentro do que rola no mundo do Xbox One.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sony: investidor quer separar setores de eletrônicos e entretenimento


Fonte da imagem: Divulgação/Sony
A Sony está começando a se recuperar dos prejuízos registrados no ano passado. Esse retorno, porém, ainda não foi suficiente para Daniel Loeb, gerente de um fundo de investimentos que possui a maior quantidade de cotas da empresa. Ele pede uma separação entre os setores de mídia e eletrônicos, que hoje caminham juntas na estrutura da empresa.
O investidor, que tem 6,5% das ações da empresa, afirma que os dois braços da companhia possuem grande valor, mas estão se obscurecendo entre si, dificultando o trabalho da empresa diante dos desafios do mercado atual. Loeb sugere o seguinte: que a divisão de música, televisão e produção de filmes e seriados seja separada dos negócios que envolvem câmeras, smartphones, televisores e a marca PlayStation.
E falando em causa própria, o investidor afirma ter solicitado diretamente ao presidente da empresa, Kaz Hirai, que a Sony dê um controle maior aos donos de grandes cotas da companhia. A ideia é injetar capital na empresa por meio da separação entre as divisões, por meio da oferta de novas cotas de ações.
Em comunicado oficial, a Sony afirmou que Hirai entende os anseios dos investidores mas que, por enquanto, a Sony Entertainment continuará sendo uma parte integrante do conglomerado.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Rayman Legends


Qual é o “problema” de se lançar algo do porte de um Rayman Origins? Dar continuidade a algo assim. Confesso que desde que Legends foi revelado, algumas dúvida circulavam pela minha cabeça: será uma sequência à altura? Será que a Ubisoft pode também cair naquela velha armadilha de simplesmente repetir o feito anterior, levando uma bela franquia à estagnação?
Bem, talvez o melhor seja mesmo colocar a “coisa” para funcionar, a fim de silenciar as dúvidas... Ou justificá-las. Bem, o que dizer? Inegavelmente, trata-se da primeira opção: Rayman Legends parece ser um jogo sublime, explorando e melhorando cada um dos acertos do seu antecessor, revelando — se é que é possível — uma direção artística ainda mais inspirada.
Img_normal
Ao testar a demonstração recentemente liberada ao grande público, percebi que, sim, o baú de ideias do Sr. Michel Ancel provavelmente é tão infindável quanto algumas das fases da próxima geração do herói sem membros. Ademais, para quem se preocupava em que as interações com o GamePad (Wii U) se resumissem a um amontoado de perfumarias... O que há é uma agradável surpresa.
Nova fase, novo desafio
A demonstração foi certamente muito bem pensada. Há aqui uma pequena amostra dos desafios de devem compor o jogo completo, quando este enfim for lançado. Uma das fases, inclusive, mostra que a Ubisoft com certeza alimenta a ideia de que “não se mexe em time que está ganhando”.
E isso a começar pela jogabilidade. Basta escolher o seu herói e sair saltando, socando, girando e saltando novamente pela Clareira dos Sonhos. Mas, quando uma vaga ideia de “mais do mesmo” começa a se insinuar na mente, eis que tudo muda.
Img_normal
Em determinado momento, você abandonará o controle direto do seu protagonista para se colocar “nas asas” do igualmente heroico Murfy. Mas é nesse momento também que o jogo vai convidá-lo para deixar de lado a sua TV e mirar apenas no GamePad.
O personagem a correr pela Clareira é então o rotundo Globox, e caberá a você abrir caminho e eliminar inimigos utilizando-se de diversas interações possíveis com o controle-tablet — que vão desde a utilização de um estilingue até fazer cócegas em um monstrengo, a fim de abrir passagem.
Rock ‘n’ Adventure!
Mas a variação não para aí. Ao seguir pelas fases disponibilizadas, surge um dos estilos mais comentados em prévias até hoje. Trata-se da curiosa e incrivelmente afinada interação entre a ação e música.
Na fase disponibilizada, “Castle Rock”, o herói sai em disparada por um cenário superlotado de inimigos, enquanto evita ter a retaguarda queimada por labaredas constantemente se deslocando para cima.
Embora esse tipo de desafio não seja propriamente algo novo, a sincronia entre os movimentos do personagem e os “movimentos” musicais é, de fato, impressionante. Em determinado momento, o feito de pegar várias das tradicionais criaturazinhas amarelas, por exemplo, será acompanhado por um sonoro tapping de guitarra.
Desafios diários e semanais
Eis outra boa novidade aqui. Para quem reclamava da falta de interação online em Origins, a Ubi apareceu agora com desafios de periodicidade semanal e diária, cada qual explorando uma das mecânicas características do game.
Certamente um acréscimo divertido, sobretudo considerando-se o ranking online. Além de ficar sabendo exatamente quem você superou em uma queda ou em um percurso pedregoso, o jogo ainda mantém um registro do melhores jogadores por semana e por dia.
Belo e orgânico
Rayman Origins era uma mistura entre caleidoscópio e obra de arte interativa. Legends certamente leva o legado adiante. Há novamente belíssimos cenários em perpétuo movimento, transpirando vida — e também uma boa dose de caos, considerando-se a natureza peculiar da fauna e da flora de Rayman.
Mas Legends parece dar um passo além. Parece haver um maior número de alterações de percurso, e também os cenários em dois planos parecem ter sido mais bem explorados. De qualquer forma, um deslumbre visual muito semelhante ao do primeiro game.
Enfim, após jogar várias vezes cada uma das fatias disponibilizadas na versão preliminar, posso dizer com bastante segurança: meu receio em relação a uma possível sequência de Origins foi completamente aplacado. Legends não apenas parece ser um sucessor à altura como ainda deve expandir uma fórmula que não poderia ter dado mais certo.
Rayman Legends tem lançamento previsto para o dia 3 de setembro.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Jogos de FPS melhoram capacidades de percepção mental, afirma estudo


Jogos de FPS melhoram capacidades de percepção mental, afirma estudo (Fonte da imagem: Reprodução/Activision)

Jogos de tiro em primeira pessoa (FPS) podem provocar quais tipos de efeitos mentais aos jogadores? De acordo com estudo publicado pelo jornal Psychological Research, pessoas que empunham armas no mundo virtual apresentam melhores resultados em testes de memória quando comparadas a quem nunca ligou um console.
Essa descoberta coloca em xeque: nos EUA, 89% dos pais de adolescentes dizem que a violência nos jogos atuais é, de fato, um problema. Lorenza Colzato, coordenadora do recém-publicado artigo, afirma, no entanto, que “jogar video games é a maneira mais fácil e rápida de melhorar a memória”.

Um cérebro flexível

O estudo, realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Leiden, comparou as capacidades mnemônicas (propriedades do poder de memorização) de dois grupos de entrevistados: pessoas que jogam ao menos cinco horas de FPS semanalmente e pessoas que não possuem intimidade alguma com os consoles.
*Assista, abaixo, vídeo em que Lorenza Colzato, além de detalhar a metodologia da pesquisa e apresentar os pormenores dos resultados obtidos, fala também sobre a injusta relação que comumente se faz entre tragédias nacionais envolvendo crianças mortas a tiros (Columbine, 1999; Virginia Tech, 2007) e jogadores de FPSs.
A pesquisa apontou ainda que a experiência de jogo em si “treina o cérebro e o torna mais flexível, uma vez que monitora e atualiza novas informações, melhorando a capacidade de memorização”. Também nas palavras de Lorenza, líder do estudo, “os jogos em primeira pessoa exigem uma mentalidade flexível para reagir de forma rápida, monitorando estímulos visuais e sonoros”.

Mas não a melhor forma de estudar para um exame...

Apesar de otimizar as capacidades de monitoração e resposta do cérebro, jogar Call of Duty antes de um exame não parece ser a forma mais eficaz de estudo... O tipo de trabalho desempenhado pela mente em jogos que exigem agilidade é o de “resposta imediata”. Ou seja: “é a memória de curto prazo, que está concentrada primeiramente com os processos de percepção e de linguística”, explica a doutora.